Passado 3 meses desde a primeira noite que passamos juntos, eu e o Ale estávamos bem tranqüilos. Ele ia para a republica umas três vezes na semana, e o restante passava comigo no meu AP.
A Mari também estava namorando um colega dela, o Yago, que tinha um irmão gêmeo, o Eduardo.
Andávamos sempre em 7 – eu e o Ale, a Mari e o Yago, o Eduardo e a Laís, namorada dela, e a Flávia – fazíamos vários programas divertidos e diferentes. Formamos uma turminha bem legal.
A Flá nem se importava em ser a única solteira, e se divertia mais que todos nos.
Um dia, na saída da aula de sexta-feira, os meninos resolveram fazer uma partida de futebol no campus: Biologia com ajuda de amigos do Ale da republica x Odontologia com ajuda de amigos do Eduardo.
Eu e as meninas não íamos assistir, e resolvemos ir na cafeteria da Zoé, um lugar que eu sempre passava pra pegar café.
A cafeteria é bem antiga, sempre agitada, é ponto de referência pois fica bem no meio do campus, é o local onde alguns alunos trabalham, tem shows ao vivo e um grande quadro de avisos sobre festas e eventos.
A Mari e a Laís foram buscar os cafés, e eu e a Flá fomos pegar uma mesa. Encontramos uma bem perto do quadro de avisos.

Quando as meninas chegaram com o café, a Laís falou sobre essa festa com o cartaz maior, era o aniversário de um dos integrantes do Quarteto Balada, uns colegas dela organizavam festas malucas e muito boas. Ficamos conversando e decidimos ir na tal festa.
Saímos do café e fomos encontrar os meninos, eles adoraram a idéia da festa. Tudo combinado, fomos nos arrumar.
No horário combinado, encontramos com a Laís e o Eduardo na cafeteria da Zoé, mas nem entramos pois estava tendo um show e estava bem lotada.
Na frente da casa onde era a festa, estavam umas pessoas, conversando e cumprimentando a todos que chegavam. A Laís disse que eram o Quarteto Balada, e mostrou os meninos. Nisso a Flá soltou um “eu não acredito nisso” e saiu na frente para cumprimentar um rapaz em questão que parecia, com a distancia que estávamos, que se conheciam de longa data.
Chegamos mais perto, e ai que eu vi quem que a Flá tinha cumprimentado, entendi o “eu não acredito nisso”, e meu mundo girou mais devagar... Até o ar parecia mais pesado.
Este rapaz, cumprimentou a Laís, o Eduardo e o Yago, que já se conheciam, e o Yago foi apresentando o restante do grupo, falou da Mari, do Ale e quando ele foi falar o meu nome, quem disse foi o rapaz e já veio me abraçando...
Ai, ai... Vai dar problema!
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